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    Data: 29/09/15  hora: 03:08:00



A Depressiva Felicidade Virtual
Em tempos de laços emocionais com a internet
LUISA VENANCIO DOS REIS

Foto de exibição

Em meio as curtidas, compartilhamentos, fotos, declarações de amor intermináveis e amizades online, existe um fenômeno “escondido” ou melhor ocultado e cada vez mais latente nas redes sociais, o qual decidi denominar de DEPRESSÃO VIRTUAL.  Sim, é isso mesmo! Vivemos em uma depressão virtual aguda e coletiva onde buscamos incansavelmente textos de autoajuda e mensagens diversas que nos tragam um pouco de conforto a alma e a falsa sensação de alívio ao sabermos que não estamos sozinhos nessa aflição rotineira.

Pela manhã vemos rostos iluminados, sorrisos e frases de motivação que se repetem ao longo do dia e insistentemente aparecem ao cair da noite nas timelines da vida. Por trás das telinhas dos “modernosos” smartphones, tablets, ipads e toda parafernália tecnológica que já nos servem como segunda pele, estão indivíduos que mascaram sua frustração diária por terem empregos medíocres, relacionamentos destrutivos e que são tomados pela ansiedade crônica que acomete as grandes metrópoles. É meu caro, você não está sozinho(a) nessa! Estamos todos sujeitos ao uso tópico e contínuo de fluoxetina e ritalina, diante dessa massante proliferação online

Parece que pensar estar fora de moda, tirar um tempinho para praticar o ócio criativo é praticamente impossível, já que as metas nos pressionam, os horários não são suficientes, os clientes nos aguardam, os filhos precisam de sustento, e nós? Ah, nós temos que trabalhar, fazer dinheiro! E para que? Para postar mais fotos de viagens, festas, jantares caros, roupas de grife e uma alegria que não acaba jamais e assim o ciclo continua e a depressão também.







 


Ana Abreu   escreveu em  04/09/15
Amei, muito bom!